...e ela lançou-se por entre os seus braços, mergulhou neles como se ele fosse o único mar que alguma vez vira. Alcançou-lhe os lábios, beijo-lhe o sal e fez-se onda...onda que lhe foi galgando a alma sem pedir licença, sem lhe dizer o porquê.  No amor não há porquês, há mar...há mares...há marinheiros que enfrentam fúrias dentro de si, que mesmo que naufraguem, nunca morrerão, porque o folgo do amor é eterno...
E ela sabia disso...e ele...ele passou a saber no corpo dela!

*** @rt ***